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Herança Amarga (Portuguese Edition)

Herança Amarga (Portuguese Edition)

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Acostumado a realizar coberturas jornalísticas em casos difíceis, como casos de corrupção por altos executivos ligados à Presidência da República e por políticos influentes ligados ao Congresso Nacional, conflitos entre traficantes na favela do Morro do Alemão no Rio de Janeiro, conflitos em Venezuela e coberturas em guerras internacionais, Nelzon Novaes ao tomar conhecimento do sumiço do milionário Bernardo Etefanski no dia que fora posto em liberdade, resolveu fazer o trabalho de jornalista investigativo por conta própria. Depois de 20 anos fazendo jornalismo investigativo, acostumado a lidar com casos difíceis, ao ser convocado para cobrir os conflitos dos separatistas pró-Rússia, na Ucrania, Nelzon Novaes resolveu pedir demissão do jornal Estado de São Paulo. E foi morar na capital catarinense. Ele não podia imaginar que a investigação jornalística mais difícil de sua carreira estava por acontecer. Na manhã de sábado da última semana de julho de 2014, Nelzon foi com a noiva conhecer alguns pontos turísticos da cidade de Florianópolis. E o primeiro ponto de visita que ele foi conhecer foi a “mansão das Hortênsias”, por ter adquirido a fama de “casarão mal assombrado”. Admirado com a beleza daquele casarão, ele quis saber quem foram os seus antigos donos e as razões que os fizeram abandonar aquele lugar e deixar esquecida aquela maravilha arquitetônica. Foi quando ele soube do crime que chocou a população da capital catarinense: filho havia matado a própria mãe e o pai havia matado o filho. Ao saber do crime que aconteceu dentro da mansão da Rua das Hortênsias foi por causa da recusa de o pai em fazer a partilha da herança em vida. Mas, para não ser pressionado pelos filhos, o empresário adiantou 25% de sua fortuna aos filhos, mas deixou de fora da partilha o filho do meio, Maximiano Stefanski, por ele ser viciado em drogas e colocar tudo fora para comprar drogas. Quando Maximiano tomou conhecimento que estava fora da partilha da herança, indignado jurou que ia matar o pai. E naquela mesma noite voltou à mansão para executar a sua promessa de matar o pai. Quando entrou na suíte do casal deu quatro tiros certeiros, matando a própria mãe. Só não matou Etefanski porque ele tinha deixado a cama minutos antes para ir ao banheiro fazer suas necessidades fisiológicas. Ao ouvir os tiros dentro do seu quarto, ele saiu do banheiro e encontrou a esposa morta. Indignado pegou a arma na gaveta do criado mudo, uma pistola 380mm, e foi atrás do assassino de sua esposa. E encontrou Maximiano na cozinha, ainda com a arma na mão, e antes que o filho atirasse nele, Etefanski atirou primeiro, matando o filho em legítima defesa. Era o filho ou ele, e para salvar a sua vida ele atirou primeiro no filho. Bernardo Etefanski chamou a polícia e o Samur. Quando a polícia chegou ele confessou ter sido o assassino do próprio filho, por ele ter matado a sua esposa. Etefanski foi preso em flagrante e acusado de ele ter feito justiça com as próprias mãos. Julgado e condenado, Etefanski cumpriu pena durante dois anos. Num segundo julgamento, ele fora absolvido e posto em liberdade. Mas ao sair do Presídio da Agronômica, ele não voltou para casa e nunca mais ninguém o viu. Intrigado com a forma que o empresário desapareceu, Nelzon Novaes resolveu fazer o trabalho de jornalismo investigativo por conta própria, concentrado sua investigação nos filhos do empresário. Após se reunir com os quatro filhos do empresário e ter conseguido uma foto de Etefanski e dos quatro filhos, Nelzon anexou à sua reportagem para que o jornal publicasse. Com a foto publicada dos filhos do empresário, todos os jornais e todos canais de televisão mostraram as as imagens das filhas e do empresário. Não demorou e foi possível se chegar ao cativeiro que se encontrava o empresário. E os filhos que mantinham o pai no cativeiro foram presos por crime hediondo por ter sequestrado e manter o pai em cativeiro. Como pai Etefanski não formalizou a denúncia. E o juiz mandou os libertar.

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